Pesquisa vinculada: FENOMENOLOGIA SCHILLER-GOETHIANA E A PESQUISA CIENTÍFICA

Tema Tratado: Ciência, Educação e Metamorfose – Do Rastejar ao Pleno Voo

Apresentação 3.1 A Fenomenologia Schiller-Goethiana na Educação e na pesquisa como agente de metamorfose.

Apresentação 3.1 caracteriza-se como uma apresentação que debate inicialmente o que caracteriza o humano como ser planetário, que é sujeito de uma subjetividade que contribui para que tenha postura que o caracterize, como ser capaz de assumir tal responsabilidade com a vida planetária. O texto aponta a Fenomenologia como dimensão que possibilita ao humano, compreender que sua interação com o mundo transcendes seu entorno mas tem início em sua dimensão mais profunda nomeada como Ego Sum, que caracteriza o Eu Sou transcendente de cada pessoa. A fenomenologia é assim um processo pelo qual cada pessoa interage com o presente com base no acervo atemporal que constitui o interior de cada pessoa, o que diferencia essa abordagem das demais abordagens nomeadas como fenomenologia. Apresenta ainda aspectos dessa proposta que caracterizam o pesquisador enquanto postura pessoal, enquanto procedimentos investigativos esperados, enquanto responsabilidade investigativa e enquanto clareza da especificidade do papel do pesquisador frente ao tema em debate. E essas quatro categorias são apontamentos fundamentais e referenciais para orientar a ação do pesquisador na postura investigativa que é apresentada na apresentação 3.2. Para concluir essa apresentação (3.1) ela descreve e apresenta o que caracteriza refinamento, intensificação, sensibilização e ritmo, na dinâmica educativa e investigativa referenciada na fenomenologia Schiller-Goethiana.

ACESSO
Apresentação 3.2 Vida e Pesquisa Científica

Apresentação 3.2 se mostra como um conjunto de argumentos e posições que apontam para a diversidade dos conhecimentos acumulados pela humanidade, ao trazer de povos originários aspectos que mostram como eles desenvolviam saberes que não eram reconhecidos pelos povos que os colonizaram, e nesse sentido a pesquisa aponta para postura anti-colonial. Em seguida debate a relação da ciência com a arte na perspectiva da estética que remete à compreensão da objetividade, da subjetividade e da subliminaridade que permeia a ciência como fazer humano que se relaciona diretamente com a filosofia o que remete à Fenomenologia Schiller-Goethiana. Nessa apresentação está descrita e apresentada a forma como nesse referencial filosófico se desenvolve como atividade científica na representação nominada como Abordagem de Investigação e Pesquisa Científica no Contexto Paranauê, referenciada principalmente em Jonas Bach Jr. (2016). Em seguida a Apresentação em pauta, aponta aspectos que caracterizam a abordagem Empírico-Analítica e Crítica de fazer pesquisa referenciada em Silvio Gamboa e a seguir estabelece paralelos comparativos entre as abordagens Empírico-Analítica, Crítica e Fenomenológica Schiller-Goethiana de fazer ciência. Essa apresentação tem como encerramento a indicação de como se dá a organização inicial de pesquisa, bem como as importantes implicações das linguagem na forma de fazer ciência, para promover o pesquisador da condição de sujeito silenciado e alienado para pessoa silenciosa e consciente do que ocorre à sua volta.

ACESSO

ANEXO

Apresentação 3.3 Organização de Pesquisa em Ciências Humanas e Ciências Ambientais Referenciada na Fenomenologia Schiller-Goethiana

Apresentação 3.3 tem início com o debate de como a linguagem contribui efetivamente com o processo investigativo e o foco dessa apresentação está em mostrar como a ciência, na perspectiva Fenomenológica Schiller-Goethiana, diferente das abordagens empírico analítica e crítica, envolve o pesquisador de forma que ele e o pesquisado se caracteriza como algo que se integra e essa integração é ressaltada em quatro esquemas dinâmicos sendo que dois deles já apresentados em apresentações anteriores mas duas são inéditas na medida em que a primeira aponta como a pessoa do pesquisador interage com o contexto pesquisado, num movimento da pessoa ao cosmos, e o segundo esquema inédito aponta a vida, num percurso cosmos/planetário até a ética, como responsabilidade absoluta com a vida. A apresentação tem seu fechamento repetindo os referenciais de postura e responsabilidade investigativa proposto por Jonas Bach Junior referenciado em Johann Wolfgang von Goethe.

 

ACESSO
Apresentação 3.4 Teorias das Representações Sociais em Lefebvre e do Reconhecimento em Axel Honneth na Emancipação da Escravidão e da Condição Colonial. NÃO DISPONÍVEL