Pesquisa: EMANCIPAÇÃO, VIDA, COSMOVISÕES E BUEN-BIEN VIVIR COMO GRITO PELA VIDA

Tema Tratado: Educação, Emancipação e Vida Planetária (Educação Ambiental)

Apresentação 4.1 Educação e Emancipação da Vida, (Educação Ambiental) e Princípios Eco Vitais

Apresentação 4.1 desenvolve proposta de Educação e Emancipação a favor da Vida, e tem um breve histórico da educação ambiental, o que culmina com a inclusão da Carta de Belgrado considerada como o documento mais eficaz e significativo para uma abordagem ambiental amparada na criticidade e na tomada de posição a favor da vida e é nesse sentido que estão propostas questões referentes a cada item desse documento como provocação de reflexão e tomada de decisão necessária para promover vida com fidedignidade. Em seguida aponta a Ecopedagogia como alternativa freiriana para debater as questões ambientais e traz aos Princípios Eco Vitais como caminho para compreender o que é fundamental para que a vida com dignidade floresça em nosso planeta. e Princípios Eco Vitais.

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Apresentação 4.2 Ancestralidade: Cosmovisão, Cosmologia e Buen-Bien Vivir

Apresentação 4.2 tem início com um questionamento para que cada leitor se perceba como integrante de processo referencial para responsabilização que é legado de todos os humanos e nesse sentido essa apresentação tem a ancestralidade referenciada na Cosmovisão e na Cosmologia de povos originários para enunciar a marca do Buen-Bien Vivir que se caracteriza como o grito andino a favor da vida com dignidade. Essa apresentação também aponta aspectos referenciais de cosmovisão e reflete como a questão do gênero é tratada por povos andinos frente à brutalidade e violência iposta pelos colonizadores espanhóis.

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Apresentação 4.3 Planetarização/Mundialidade/Internacionalidade e Vida com Dignidade

Apresentação 4.3 se apresenta como uma reflexão que de forma includente aponta como a dinâmica da vida planetária se dá e se organiza como processos que se somam e se alteram e se agregam para refletir o que caracteriza em conjunto a dimensão de Planetarização como percepção de que estamos todos embarcados numa mesma nave, de Mundialidade na medida em que nos encontramos separados por incontáveis muros, muralhas e barreiras visíveis e virtuais, mas que garantem as absurdas diferenças de recursos na desigual partilha do que é retirado da Terra, e de Internacionalidade que se caracteriza como a ruptura dos muros e muralhas para acabar com as fronteiras que constituem a maior e mais cruel divisão de classes que atentam contra a vida.

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Apresentação 4.4 Pedagogia do Cuidado

Apresentação 4.4 nesse texto, em forma de quadro para apresentação sistematizada temos o resultado de trabalho junto aos textos e produções humanistas e humanizantes de Leonardo Boff ao apontar que cuidar é antes de tudo garantir que todos os movimentos planetários estejam sintonizados com propósitos que tenham a vida e a amorosidade como referencial fundamental das relações. Assim, se tem na perspectiva do processo de promover Emancipação das ações humanas a favor da vida uma pedagogia que enaltece os encontros e as proximidades que geram e mantem a vida. Pedagogia do Cuidado

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Apresentação 4.5 Emancipação frente à Banalização do Mal

Apresentação 4.5, essa quinta apresentação tem foco em Theodor Adorno quando enuncia aspectos que levam as pessoas a percebem em que medida suas ações e interações estão próximas e ou distanciadas do que é vida emancipada e o que é vida barbarizada. Nesse sentido essa apresentação repete os quadros referentes ao que caracteriza política como processo que envolve a responsabilidade de cada pessoa com o que ela promove e articula com base nas forças e poderes a que está sujeita e que exerce, mostrando como diferentes abordagens de consciência podem se caracterizar com processo alinhado com a barbárie e não com a emancipação a favor da vida.

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Apresentação 4.6 Liberdade, Libertação Emancipação e Arte

Apresentação 4.6 e esse bloco tem a intenção de debater a partir de aspectos coletados junto a comunidades originárias andinas, o que caracteriza conhecimentos originários e o que foi legado pelo processo colonizador como sendo proposta de libertação e de emancipação daqueles povos, e aponta como a arte pode se caracterizar como agente de autonomia e libertação através de formas expressivas que resgatam originalidades e sentimentos profundos de vida integrada, com a plenitude negada pelos processos colonialistas ainda vigentes.

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Apresentação 4.9 A Questão Ética e o Buen y Bien Vivir, como Resistência Contemporânea ao Colonial ACESSO