Novos:

Volume 1 disponível aqui.

 

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Teóricos:

Educação e Sociedade Pós-Colonial

Ernersto Jacob Keim; Raul Fernando dos Santos

Nesta obra referenciada na Interculturalidade e na postura Anticolonial a educação se assume como referencial da dignidade, ao enaltecer a linguagem como meio, de luta efetiva contra as mazelas efetivadas, pelos processos colonialistas, colonizadores e coloniais que nos atingiram e que nos impregnam como nódoa, as quais maculam o ser humano contemporâneo. O foco educacional de Paulo Freire e o referencial de comunicação e lingüística de Vilém Flusser com base na fenomenologia, se caracterizam como matriz teórica, a qual aponta para alternativas de mudanças na educação que se assume como resistência ao silenciamento imposto pelo sistemas que se colocam como hegemônicos. Os autores de forma corajosa e inusitada, dão novo formato gráfico, ao Teorema de Flusser com o qual analisam a linguagem como abordagem que vai do silêncio inautêntico (oprimido e silenciado) até o silêncio autêntico (liberto e contemplativo) e vai da arte objetiva e plástica para a subjetiva e musical, apontando a vida como processo dinâmico transitivo pela interação desses elementos. Essa configuração amplia a linguística e a educação, como mobilização da libertação e autonomia. Adquira aqui.

 

Capoeira e educação pós colonial

Ancestralidade, Cosmovisão e pedagogia Freiriana


Este livro retrata os movimentos humanos como linguagem manifestos pela capoeira. Esses movimentos de matriz Intercultural e Anticolonial representam resistência à opressão e ao silenciamento. A história da capoeira mostra que já significou arma mortal, luta defensiva e agora se manifesta como luta esportiva e dança artística, sem abrir mão de se manifestar como resistência ao que gera miséria e marginalização. O livro debate a diversidade sócio-étnico-cultural, com base na historicidade como evidência de que os movimentos marginalizados desenvolvem credibilidade e espaço referenciado na alteridade para dinamizar a Libertação. Este estudo defende a diversidade e desafia a comunidade acadêmica para o diálogo com os saberes ancestrais e populares, mediados pela pedagogia Freiriana. Compreender o que acontece fora das universidades, como vida cotidiana na dimensão popular e originária exige desprendimento respeitoso das diferentes identidades para consolidar saberes críticos que viabilizam libertação e autonomia. Nessa perspectiva esse livro é inédito ao apresentar, elementos indicativos do que pode vir a ser, uma Ontologia Social da Capoeira. Adquira aqui.

Educação da Insurreição

Emancipação humana, ontologia e pedagogia em Georg Lukács e Paulo Freire

Georg Lukács, A revitalização da Ontologia na Sociedade de Classes, Vida e obra, História e Consciência de Classes e a Educação como Insurreição, Decifra-me e conhecerei melhor o teu mundo, Consciência e percepção histórica de valor, Consciência e configuração política das Classes Sociais e a Educação, As tradições da Vida Social, os Valores e a Educação, Racionalidade, Conhecimento e Classes Sociais da Educação, A Ética Lukacsiana como desafio ao contexto civilizatório vigente, A Ontologia do Ser Social e a Educação da Emancipação Humana pela Insurreição, Ontologia e Estética e a Educação Emancipação Humana, Representação e Trabalho na Educação da Emancipação Humana, Valor como atitude da Ontologia na Educação, Ontologia na Educação da Libertação e da autonomia, Vida e obra de Paulo Freire, A época e a obra: contingências sociais e políticas, A obra freiriana como desafio ao estabelecido, Ética na Educação da Insurreição, Poder e autonomia na Educação da Insurreição, Princípios essenciais na obra freiriana próprios da Emancipação e Humanização, Educação da Insurreição: Emancipação e Humanização versus Racionalidade, Lukács e Freire: Educação da Insurreição pela Ontologia e Humanização, Lukács e Freire na escolarização por um contexto civilizatório humanitário, Educação, insurreição e humanização com base em Lukács e Freire, Lukács e Freire: aproximações e distanciamentos, Mais um Giro na Espiral: Perceber Novas Realidades é Como Atentar Para Novas e Desafiadoras Possibilidades. Adquira aqui.

Educação na Diversidade Étnica

Ernesto Jacob Keim – Nanblá Gakran – Carlos Odilon da Costa – Gleison Vieira – Raul Fernando dos Santos

Este livro é resultado de doze anos de convivência com a comunidade indígena Xokleng/Laklãnõ de Santa Catarina, como interação acadêmica realizada pelo Grupo de Pesquisa Filosofia e Educação, vinculado ao Programa de Pós-Graduação da Universidade Regional de Blumenau FURB (Santa Catarina). De 2010 a 2012 o programa contou com financiamento da CAPES, por intermédio do Programa Observatório da Educação Escolar Indígena. Esses textos foram desenvolvidos em reuniões quinzenais nas quais os temas tratados se modificaram durante o trajeto, de tal forma que a obra que apresentamos traz o que consideramos relevante como decorrência desse esforço, até o presente momento. Assim, esse livro não é conclusivo, mas apresenta um momento considerado adequado para compartilhar conhecimentos e informações que pretendemos contribuam para superar a dinâmica colonizadora, colonial e colonialista que nos atinge diretamente como povo e nação. É nossa meta estimular a superação de séculos de submissão aos interesses de potências/elites e suas ideologias que ignoram as necessidades e prioridades, das comunidades instaladas nos territórios que ocupam, independente de qual seja a etnia, originária ou exógena, à qual estejam vinculadas. Essa obra possibilita um mergulho teórico e vivencial junto a uma comunidade única, a qual permitiu que se analisasse a dimensão inter-étnica e intercultural que a permeia. É uma comunidade originária em uma região do sul do Brasil onde interagem diferentes etnias, cada qual com suas histórias e características individuais, que as fazem únicas e incomuns. Ao se pensar educação nesse contexto complexo e plural, onde interagem comunidades dominantes e dominadas, tentamos identificar e compreender os processos de resistência/opressão e de humanização/desumanização decorrentes dessas realidades. Consideramos a alteridade amparada em três referenciais fundamentais, ou seja: a linguagem (sensibilização e sentimento frente a sentido e racionalidade), as relações de poder (convivência identitária responsável e reconciliação frente a preconceitos e dominação) e as relações de afeto (amorosidade e coletivismo frente a competitividade e individualismo). Adquira aqui.

Didáticos
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Ciências – Eu no Mundo